Agindo a nossa maneira

Não é suficiente saber o que fazer, é preciso saber o que fazemos.

(Lv. 10:1) Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara. Nadabe e Abiú tinham uma linhagem espiritual tranqüila.

Eles eram filhos do sumo sacerdote Arão e estavam na fila para ocupar o seu lugar. Eles eram sobrinhos de Moisés, o grande líder e libertador que falava face a face com Deus. Eles eram parte da aliança de Deus com o povo de Israel, alvos da miraculosa libertação no Egito. Eles tinham visto o poder e a santidade de Deus demonstradas nas pragas do Egito e na concessão da Lei no monte Sinai. Eles tinham sido consagrados em uma cerimônia solene diante do tabernáculo e de todo o povo. Tinham conhecimento de primeira mão sobre o sistema sacrificial e sobre a miserabilidade do pecado. Mas apesar de tal exposição à verdade sobre Deus e o que é exigido para relacionar-se com ele, Nadabe e Abiú lhe desobedeceram de modo público. O pecado deles custou suas vidas. Acredita-se que eles trouxeram carvão não consagrado de algum lugar para queimar no altar de Deus.

Particularidades à parte, o comportamento deles foi petulante o suficiente para atrair a disciplina imediata e fatal de Deus. As mortes de Nadabe e Abiú devem nos lembrar da seguinte verdade: “NÃO É SUFICIENTE SABER O QUE FAZER; É PRECISO FAZER O QUE SABEMOS!” Que tal olharmos para os mandamentos de Deus? Nossa obediência tem sido seletiva? Se não estiver sendo, devemos estar certos de que nossas atitudes trarão sérias consequências! Familiaridade com a verdade não se iguala à verdade.

Com carinho, Pr. Celso Adriano.